sexta-feira, 8 de março de 2013

terça-feira, 5 de junho de 2012

fibromialgia



EXERCÍCIO FÍSICO PARA FIBROMIALGIA, UM REMÉDIO DIFÍCIL DE TOMAR!


A maioria dos pacientes com fibromialgia (FM) recebe orientação de seus médicos para se engajarem em algum tipo de atividade física, como parte do tratamento.

Não há dúvida que a atividade física é vital no tratamento da FM. Múltiplos estudos demonstram este fato. O exercício melhora a disposição, o sono, ajuda a lidar com o estresse e, após algum tempo, exerce um efeito benéfico sobre a dor. O que poderia ser dito, então, para o paciente com FM conseguir chegar a um bom estado de condicionamento físico?



Primeiro, é preciso ter uma visão realista das coisas: a fibromialgia não melhora sem exercício. Muitos pacientes não gostam de atividade física, e precisam então ver a atividade como um “remédio” que é necessário para o seu bem-estar. Porém, ao contrário de um remédio amargo, que não muda com o tempo, a sensação de bem-estar do exercício é progressivamente maior, e muitos pacientes acabam gostando e mantendo-se bastante ativos.

Segundo: o exercício deve ser iniciado de maneira lenta e gradual; se o paciente está parado faz tempo, não adianta andar uma hora no dia seguinte à consulta médica. Deve-se iniciar com cinco a dez minutos, contados no relógio, e gradativamente aumentar este tempo para 30 minutos diários á 60 minutos, três vezes por semana.





Terceiro: se a atividade física faz o corpo doer muito, pode ser por falta de analgesia adequada. O paciente deve conversar com o médico sobre que analgésicos tomar antes do exercício. Não se deve temer fazer isto, pois o analgésico não irá mascarar nenhuma lesão que aconteça no exercício. Mas, com certeza, o aproveitamento do exercício será melhor.

Quarto: aproveitar as várias oportunidades para atividade física. Exercícios de alongamento podem ser feitos em qualquer lugar, a qualquer hora. O paciente com FM deve sempre estar se “esticando”, sem dar bola para quem está à sua volta.





Por último: paciência, muita paciência. Após o início de exercício regular, aquele de 30 minutos por dia ou 45 minutos três vezes por semana, pode haver uma demora de até um ano para uma resposta do corpo. Alguns pacientes respondem mais rápido, outros mais lentamente. Mas não se deve desanimar – a recompensa será muito valiosa, e a qualidade de vida, muito melhor.




http://www.fibromialgia.com.br


sexta-feira, 11 de maio de 2012

RIP TRAINING

RIP TRAINING



Originalmente criado para atender às necessidades dos atletas de esporte de combate e fisioterapeutas, o exercício de resistência variável Rip Training é um método multifacetado para resistência e condicionamento cardiovascular que desafia você em todos os três planos de movimento a cada repetição, cada série, cada treino. Igualmente hábil como ferramenta de reabilitação, ferramenta de resistência e de condicionamento, e ferramenta regenerativa, o Rip Trainer é uma ferramenta excepcionalmente versátil para atletas de elite, entusiastas de fitness e também para iniciantes.




O RIP TRAINER utiliza o sistema de cabo de resistência criando uma carga variável e de desequilíbrio, que ajuda a construir uma força no CORE. Promovendo fortalecimento, força explosiva, flexibilidade e resistência através de padrões de movimentos relacionados a vida cotidiana e desportos (Treinamento Funcional). EXPERIMENTE MAIS ESSA NOVIDADE! RODRIGO MAIA PERSONAL TRAINER.


MAIA FUNCIONAL CORE















sábado, 24 de março de 2012

TREINO NA AREIA, ESFORÇO DOBRADO!

Inspirado na preparação física dos jogadores de futebol, essa atividade oferece um pacote de benefícios que inclui força, equilíbrio, resistência e agilidade, e ainda com um bônus de estar ao ar livre.

Na areia, não há restrição. Independe de idade, condicionamento físico, sexo ou biótipo. Mas tudo, claro, respeitando as características biológicas de cada um.

Quando a pessoa se exercita na areia, ela está, a todo momento, trabalhando os estabilizadores da coluna. Assim, ganha força, equilíbrio e uma musculatura mais forte, que resulta em resistência. Na plataforma instável, não há impacto como na superfície dura.
E muito além de perder peso e percentual de gordura, o circuito funcional trabalha as “nove valências físicas”: resistência, coordenação motora, flexibilidade, equilíbrio, força, agilidade, velocidade, ritmo e descontração. O treinamento, com cones, bambolês, bastões, cama elástica, disco de equilíbrio, bolas suíças, cinto de tração, elásticos e paraquedas, entre outros apetrechos, ganha ares de desafio, já que, a cada dia, um circuito diferente é apresentado aos alunos. Uma forma lúdica de estimular até os mais resistentes.



Sem milagres, mas com prazer, os exercícios na areia também desenvolvem a cognição, evitam e combatem a depressão e a ansiedade, melhoram a autoestima e o desempenho sexual, corrigem desvios posturais, tonificam a musculatura e evitam a flacidez., podemos dizer que trata-se de uma reeducação corporal.
 O treinamento na areia possibilita um fortalecimento mais completo da musculatura dos membros inferiores comparado ao solo tradicional, pois existem diferentes ângulos de movimento tanto de caminhada quanto de corrida. Além de ser uma estratégia muito recomendada para variação de tipo de terreno e ambiente de treino, exercita músculos que nem sempre são solicitados na pista tradicional, auxiliando em um ganho de desempenho em futuras corridas e até competições.

Como em tudo na vida, não tem só a parte boa, mesmo em exercícios que oferecem menos impacto, lesões podem acontecer e ninguém está livre delas. Os cuidados, vão de aquecimento e alongamento dos grandes grupos musculares antes do início de cada treinamento na areia até atenção com a inclinação do terreno, passando por uma hidratação adequada e a escolha da roupa utilizada, de preferência, de cores mais claras, que absorvem menos calor.
O treino na areia sem a devida orientação e acompanhamento de um personal trainer pode provocar lesões como entorse de joelho e tornozelo. Areia muito fofa e excesso de sobrecarga também podem ser prejudiciais, principalmente para os sedentários. É importante ainda ter cuidado com terrenos muito inclinados, pois sobrecarregam a coluna vertebral, principalmente para as pessoas com sobrepeso.


Cuidados tomados, o exercício na areia, é garantia de um treino mais divertido e produtivo.
 

segunda-feira, 19 de março de 2012



Por que treinar o core?


Core é o grupo de músculos que compõem o abdômen. Exercitá-lo ajuda a fortalecer a coluna, prevenir lesões e diminuir dores nas costas. Conheça essa tendência que se espalha pelas academias.
Uma das principais novidades dos últimos anos é o treinamento funcional do core, que conquista espaço nos centros esportivos do Brasil. Trata-se de uma seleção de exercícios focados em desenvolver e fortificar os 29 músculos que se estendem da porção logo abaixo do peito até a base da cintura. O core — termo inglês que significa centro ou miolo — é dividido, na verdade, em dois grupos: do primeiro fazem parte os músculos mais profundos, os locais, cuja função é manter a estabilidade da coluna lombar. O segundo é composto dos músculos globais, que ficam mais na superfície e são responsáveis pela flexibilidade da região.
"O treinamento funcional visa justamente acionar esse conjunto de músculos, o que é importante para garantir uma boa postura e uma coluna saudável", explica o educador físico Mauro Guiselini, professor das Faculdades Metropolitanas Unidas, em São Paulo.

"Exercícios para o core fortalecem todos os músculos do abdômen. Mas atenção: devem ser feitos com a supervisão de um especialista, que vai orientar a intensidade e a duração de cada série".


Os exercícios centrados nesses músculos, corrigem pequenas desproporções entre eles — algo que dá as caras em todas as pessoas. O resultado dessa reparação é extremamente útil às nossas costas. "Os treinos funcionais previnem e atenuam dores ali, que, na maioria das vezes, são decorrentes do desequilíbrio entre as forças musculares do tronco e da região pélvica", atesta a educadora física Gerseli Angeli, diretora científica do Centro de Medicina da Atividade Física e do Esporte da Universidade Federal de São Paulo. "É essa falta de harmonia que promove um círculo vicioso de má postura e dor.
Quando a pessoa já adquire certa habilidade, passa para o estágio das superfícies móveis. Geralmente essas séries são realizadas com bolas ou com outros aparelhos específicos para promover instabilidade e trabalho do core. Além de exigir a força e a potência muscular dos treinos sobre bases fixas, esses exercícios demandam muito equilíbrio, o que inclusive ajuda a fortificar o abdômen.
"Os movimentos e as posturas precisam ser rigorosamente orientados e bem executados, uma vez que erros promovem resultados contrários".


Revista SAÚDE, editora ABRIL, edição/0337

segunda-feira, 5 de março de 2012

Dormir para produzir Hormônios!


O GH, entre outras funções, ele ajuda a manter o tônus muscular, evita o acúmulo de gordura, melhora o desempenho físico e combate a osteoporose. Estudos provam que pessoas que dormem pouco reduzem o tempo de sono profundo e, em conseqüência, a fabricação do hormônio do crescimento.
A leptina, hormônio capaz de controlar a sensação de saciedade, também é secretada durante o sono. Pessoas que permanecem acordadas por períodos superiores ao recomendado produzem menores quantidades de leptina. Resultado: o corpo sente necessidade de ingerir maiores quantidades de carboidratos.
Com a redução das horas de sono, a probabilidade de desenvolver diabetes também aumenta. A falta de sono inibe a produção de insulina (hormônio que retira o açúcar do sangue) pelo pâncreas, além de elevar a quantidade de cortisol, o hormônio do estresse, que tem efeitos contrários aos da insulina, fazendo com que se eleve a taxa de glicose (açúcar) no sangue, o que pode levar a um estado pré-diabético ou, mesmo, ao diabetes propriamente dito. Num estudo, homens que dormiram apenas quatro horas por noite, durante uma semana, passaram a apresentar intolerância à glicose (estado pré-diabético).(Clinica Anna Aslan).